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VERSO PARA MEMORIZAR: “Logo, tem Ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem Lhe apraz” (Romanos 9:18).

 

 
 
 
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11/02/10 Meditações Diárias 2010 - Coincidência ou providência?

Tudo depende do tempo e do acaso. Eclesiastes 9:11

Eugene Durand, que foi editorialista da Review and Herald, narra uma série de coincidências na sua vida e na de seu amigo de infância, Tom Green. Ambos se criaram na mesma igreja adventista e foram batizados pelo mesmo pastor. Uma vez recoltaram juntos após cada um ter comprado seu primeiro carro. Sem que tivessem planejado, casaram-se no mesmo dia. Depois de se formarem juntos em Teologia, tornaram-se pastores distritais da mesma Associação.

Alguns anos mais tarde, suas esposas tiveram bebês do sexo feminino, no mesmo dia, e as duas receberam o mesmo nome – novamente, sem que eles houvessem combinado. Doze anos depois, após terem ficado separados por milhares de quilômetros, Eugene se mudou para uma casa, apenas para descobrir que Tom morava quatro casas adiante, na mesma rua, já que agora ambos eram obreiros da mesma União. E Eugene termina dizendo: “Eu agora sou membro de uma igreja que fica a 45 milhas de distância, e que por acaso, foi Tom quem construiu!”

As coincidências ou casualidades têm intrigado as pessoas desde os tempos antigos. Os matemáticos alegam que muitos desses estranhos eventos podem ser atribuídos à Lei das Probabilidades. Mas, mesmo os cientistas acreditam que nem tudo pode ser explicado por essa lei.

Coincidência ou providência divina? Podemos estabelecer a diferença? O sábio Salomão reconheceu a existência do acaso, quando escreveu que “tudo depende do tempo e do acaso”.

Jesus, ao relatar a parábola do Bom Samaritano, usou, em Lucas 10:31, praticamente a mesma palavra que Salomão, ao dizer: “Casualmente, descia um sacerdote por aquele mesmo caminho.” Ou seja: nada havia sido combinado, planejado ou predeterminado.

Rute havia retornado da terra de Moabe com sua sogra Noemi. Ao procurar trabalho nos campos de cevada, “por casualidade entrou na parte que pertencia a Boaz” (Rt 2:3). Toda a história de Rute gira em torno dessa casualidade. Se ela tivesse entrado em outro campo, não só a história de sua vida, mas a própria história da humanidade teria sido diferente, pois, graças àquela casualidade, Rute se tornou ancestral de Cristo.

Existe casualidade, coincidência, Lei das Probabilidades e também providência divina, esta última muitas vezes operando através de todas essas circunstâncias, pois Deus gosta de operar no anonimato, por meios que parecem casuais. Lembremo-nos de que “o complicado jogo dos acontecimentos humanos acha-se sob a direção divina” (Educação, p. 178).



RUBEM M. SCHEFFEL


Embora a vida seja curta e os nossos dias se acabem como um breve pensamento, Deus colocou em nós o anseio por uma vida sem fim, plena de felicidade. Salomão disse que Deus "pôs a eternidade no coração do homem".


Através da variedade de assuntos abordados, o autor procura alcançar todos os tipos de leitores: os que sentem alegria, tristeza, amor, ira, saudade, desânimo e depressão, ou enfrentam injustiça, perdas, preocupações e dificuldades financeiras. Você certamente se identificará com muitos desses temas.

Para cada emoção, necessidade ou experiência, você encontrará orientações bíblicas que lhe trarão ânimo, conforto e paz. Sejam quais forem suas lutas, lembre-se: para quem aceitou Jesus como seu Salvador, a eternidade começa aqui e agora.


Rubem M. Scheffel é pastor e trabalhou como editor na Casa Publicadora Brasileira por 32 anos. Atualmente jubilado, reside em Tatuí, SP.

 
10/02/10 Meditações Diárias 2010 - Ansiedade

Não andeis ansiosos de coisa alguma. Filipenses 4:6

Um dia, fui para o trabalho deprimido e preocupado com o futuro. Não conseguindo concentrar-me em minha tarefa, orei a Deus pedindo-lhe que me ajudasse. Então retornei ao livro que estava revisando.

Ao virar a página, meus olhos caíram diretamente sobre este texto de Paulo: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp 4:6).

Não tive dúvida de que era a resposta divina a minha oração. Nem sempre Deus atende às orações tão rapidamente. Às vezes a resposta pode demorar anos, dependendo do caso. Mas as minhas preocupações não podiam esperar. Eu precisava de ajuda imediata, ou não conseguiria trabalhar. E o auxílio veio de pronto, acompanhado da promessa do verso 7: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.”A capacidade de substituir a ansiedade pela confiança em Deus é um dos maiores dons que Deus dá ao crente. Cristo nos ensinou a superar as ansiedades deste mundo, confiando em nosso Pai celestial (ver Mt 6:25-34).

Há cristãos que são pessoas boas, generosas e mesmo amorosas. Mas nunca foram capazes de depositar todas as preocupações nas mãos de Deus e nEle confiar sem reservas. Elas jamais atingiram o nível espiritual de H. G. Spafford, o qual perdeu a casa em um incêndio e duas filhas em um naufrágio.

Apesar dessas tragédias, ele compôs o belo hino:

Se paz, a mais doce, me deres gozar,
Se dor a mais forte sofrer;
Oh, seja o que for, Tu me fazes saber
Que feliz com Jesus hei de estar (HA, nº 230).

O grande pregador Gardner Taylor conta que foi visitar Vernon Jordan após a tentativa de assassinato que este sofreu em 29 de maio de 1980.

Jordan estava se recuperando dos ferimentos que lhe foram infligidos por um franco atirador. Em seu leito de dor ele disse a Taylor algo que lhe havia passado pela mente quando jazia em meio a uma poça de sangue, em uma rua escura de uma cidade estranha. Jordan contou que se viu morrendo e sua vida passou diante dele, mas uma coisa ficou martelando em sua mente ao estar caído ali.

Quando era estudante, morando longe de casa, sua mãe lhe escrevia diariamente. Algumas cartas eram curtas, outras longas. No fim de cada uma ela sempre repetia: “Filho, não se esqueça: se você confiar em Deus, Ele cuidará de você.”

Vamos começar este dia lançando sobre Deus toda a nossa ansiedade.



RUBEM M. SCHEFFEL


Embora a vida seja curta e os nossos dias se acabem como um breve pensamento, Deus colocou em nós o anseio por uma vida sem fim, plena de felicidade. Salomão disse que Deus "pôs a eternidade no coração do homem".


Através da variedade de assuntos abordados, o autor procura alcançar todos os tipos de leitores: os que sentem alegria, tristeza, amor, ira, saudade, desânimo e depressão, ou enfrentam injustiça, perdas, preocupações e dificuldades financeiras. Você certamente se identificará com muitos desses temas.

Para cada emoção, necessidade ou experiência, você encontrará orientações bíblicas que lhe trarão ânimo, conforto e paz. Sejam quais forem suas lutas, lembre-se: para quem aceitou Jesus como seu Salvador, a eternidade começa aqui e agora.


Rubem M. Scheffel é pastor e trabalhou como editor na Casa Publicadora Brasileira por 32 anos. Atualmente jubilado, reside em Tatuí, SP.

 
09/02/10 Meditações Diárias 2010 - Tendências hereditárias

Porque Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que Me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que Me amam e guardam os Meus mandamentos. Êxodo 20:5, 6

Jonathan Edwards viveu de 1703 a 1758 e é considerado um dos maiores teólogos americanos e filósofos do século 18. O pai era pastor, a mãe, filha de pastor, e a esposa, uma mulher devota. Uma pesquisa revelou que entre os seus 1394 descendentes conhecidos, havia 13 reitores de universidades, 65 professores universitários, 3 senadores, 30 juízes, 100 advogados, 60 médicos, 75 oficiais do exército e da marinha, 100 pastores e missionários, 60 escritores, um vice-presidente dos Estados Unidos, 80 funcionários públicos, e 295 tinham formação universitária. Em toda grande empresa americana havia um membro dessa família na diretoria. Seus descendentes jamais custaram um centavo ao Estado.

Os pesquisadores também decidiram analisar a descendência de Max Jukes, que viveu na mesma época. Jukes era ateu, casou-se com uma mulher descrente, não se interessava nem pelo estudo nem pelo trabalho e viveu uma vida desregrada. Os seus 1200 descendentes tinham um registro de pobreza, crime, insanidade e imbecilidade.

Desses, 310 morreram na miséria, 440 tiveram um fim trágico por causa de suas maldades, 60 eram ladrões, 130 foram condenados por crimes diversos, mais da metade das mulheres eram prostitutas, e 7 eram assassinos. Só 20 aprenderam uma profissão, sendo que dez a aprenderam na prisão.

Aqui está o contraste marcante entre essas duas descendências, que demonstram a verdade bíblica de que tanto os bons como os maus traços de caráter são transmitidos aos filhos, netos, bisnetos e trinetos através das leis da hereditariedade. Ellen White confirma este fato dizendo: “Más tendências, apetites pervertidos e moral vil, assim como enfermidades físicas e degeneração, são transmitidos como um legado de pai a filho, até a terceira e quarta geração. Esta terrível verdade deveria ter uma força solene para restringir os homens de seguirem uma conduta de pecado” (Patriarcas e Profetas, p. 306).

Entretanto, ninguém precisa se conformar com uma herança maligna, pensando: “Eu nasci torto e vou morrer torto!” Não. Nenhum de nós precisa ser escravo do seu passado. Todos podemos e devemos “vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal” (O Desejado de Todas as Nações, p. 671).

Como? Submetendo-nos ao Espírito Santo, o divino “agente de regeneração”.



RUBEM M. SCHEFFEL


Embora a vida seja curta e os nossos dias se acabem como um breve pensamento, Deus colocou em nós o anseio por uma vida sem fim, plena de felicidade. Salomão disse que Deus "pôs a eternidade no coração do homem".


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