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VERSO PARA MEMORIZAR: “Logo, tem Ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem Lhe apraz” (Romanos 9:18).

 

 
 
 
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08/04/10 Meditações Diárias 2010 - A insistência do espírito

Então, disse o Senhor: O Meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. Gênesis 6:3

Gakwandi nasceu em Ruanda, África, na virada do século 20. Em 1921, ouviu a mensagem adventista, juntamente com seus irmãos e irmãs, que logo se batizaram. Ele, porém, não se deixou tocar pela graça de Deus.

Em 1925, casou-se e, como resultado dessa união, nasceram 82 descendentes seus: 11 filhos, 40 netos e 31 bisnetos. Todos haviam se tornado adventistas, exceto Gakwandi e a esposa, que eram honestos, e não se opunham ao cristianismo, mas não haviam aceito a Jesus como seu Salvador pessoal.

Os anos foram passando, e parecia não haver esperança de que eles se convertessem. Mas dois irmãos de Gakwandi, pastores aposentados, não desistiram. Em 1987, o Pastor Mokotsi, um de seus irmãos, enviou-lhe uma carta dizendo: “Lamento que você vá morrer antes de aceitar a Deus, enquanto a família de nosso pai Rukundo aceitou a verdade.”

Gakwandi e a esposa sentiram que deviam tomar uma decisão. Embora gostasse muito de fumar o seu cachimbo, pela graça de Deus ele venceu o hábito, e foi batizado com a esposa, em 1987. Foi uma festa maravilhosa, parecida com um casamento. Todos os seus 82 descendentes compareceram, regozijando-se com este verdadeiro milagre de conversão, após 66 anos de resistência ao Espírito de Deus.

Que paciência Deus tem! O Seu Espírito intercedeu com os antediluvianos durante 120 anos, até se fechar a porta da arca. Intercedeu com os cananeus durante 400 anos, e somente após ter-lhes dado, em vão, todas as oportunidades possíveis de arrependimento, é que decretou a destruição deles.

Assim opera o Espírito de Deus ainda hoje. Sabendo que somos tardos para atender à Sua voz, Ele intercede conosco não uma só vez e vai embora, mas momento após momento, hora após hora, dia após dia, mês após mês, ano após ano, até que nos rendamos definitivamente aos Seus gemidos inexprimíveis, ou O rejeitemos também em caráter definitivo. Mas, para cansar o Espírito de Deus é preciso muito esforço, muita dureza de coração.

Deus esperou 400 anos pela conversão dos cananeus, 120 anos pela conversão dos antediluvianos, e 66 pela conversão de Gakwandi.

Quanto tempo ainda terá de esperar por você? (Se estiver em paz com Ele, desconsidere a pergunta.)



"Fale como Cristo falou. Trabalhem como Cristo trabalhou. Precisamos olhar para Cristo e viver. Ao mantermos em vista Seu amor, ansiaremos por praticar as virtudes e a justiça dEle."

Neste devocional, Ellen G. White apresenta Jesus como o Modelo para cada um de nós. Seu objetivo é ajudar o leitor a fixar os olhos no Mestre, observando como Ele viveu, estudando Sua atitude e encorajando-o a seguir Seu exemplo.

Quão importante era a oração na vida de Jesus? Como Ele Se relacionava com os escritos inspirados? Como usava Seu tempo e outros talentos recebidos de Deus? Qual era Sua atitude para com o mundo natural, as leis morais e o viver saudável?

As meditações diárias estão agrupadas em torno desses e de outros temas práticos a cada mês, ajudando a tornar claro que a salvação envolve muito mais do que simplesmente dizer: "Eu creio." Segnifica amar a Jesus, obedecer-Lhe e procurar ser semelhante a Ele.

Ellen G. White, autora de grandes sucessos como Caminho a Cristo, O Desejado de Todas as Nações e O Grande Conflito, é uma das escritoras mais traduzidas e lidas do mundo.


 
06/04/10 Meditações Diárias 2010 - Anistia geral

Quem, ó Deus, é semelhante a Ti, que perdoas a iniquidade e Te esqueces da transgressão do restante da Tua herança? Miqueias 7:18

Alguns soldados japoneses ainda se encontravam em uma ilha do Oceano Pacífico muito tempo depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Tendo ficado isolados de seu regimento e das comunicações exteriores, pouco antes de findar a guerra, não ouviram a notícia de que ela havia terminado.

Os soldados se esconderam por muitos anos, vivendo de modo bem primitivo. Quando as pessoas se aproximavam de seu esconderijo, eles atiravam nelas. Embora a guerra houvesse terminado havia bastante tempo, ainda estavam combatendo inimigos imaginários.

Quando foram informados de que a guerra tinha acabado, pensaram, a princípio, que a mensagem era uma armadilha para levá-los a se renderem. Acreditavam que, para ser leais ao imperador, precisavam continuar pelejando. Desconheciam o fato de que a guerra findara e que havia sido declarada anistia geral. Seus “crimes” como soldados não seriam punidos. Não seriam torturados ou executados. Pelo contrário, estavam livres para ir para casa e levar uma vida normal. Não havia mais necessidade de serem hostis.

Obviamente, a anistia ou perdão, não tem valor enquanto não for aceita. Nosso mundo é um lugar de pecado e sofrimento, de pequenas ofensas e também de grandes holocaustos. Se não houver perdão para o que fizemos e continuamos fazendo, não haverá esperança. Cristo veio nos revelar o poder do perdão divino e nos ensinar como ser perdoados e como perdoar.

Por meio da morte de Cristo na cruz, Deus transmitiu ao homem a mensagem de que a graça triunfara sobre o mal e de que Deus estava reconciliando o mundo consigo mesmo . Em outras palavras, declarava anistia geral – perdão para todos. Esta foi a parte que Deus fez para reconciliar consigo o ser humano.

Entretanto, para que esse perdão seja eficaz para nós, é preciso que façamos a nossa parte – reconhecer nossa condição pecaminosa, arrepender-nos, confessar os pecados, e aceitar o perdão oferecido gratuitamente por Deus.

Em Cristo, Deus anunciou o perdão para todos os povos. Os perdidos estarão realmente perdidos, não porque Deus deixou de lhe oferecer perdão, mas porque não aceitaram Seu oferecimento.

Se você se arrependeu, Deus já o perdoou. Aceite esse perdão e perdoe a si mesmo e aos outros também.



"Fale como Cristo falou. Trabalhem como Cristo trabalhou. Precisamos olhar para Cristo e viver. Ao mantermos em vista Seu amor, ansiaremos por praticar as virtudes e a justiça dEle."

Neste devocional, Ellen G. White apresenta Jesus como o Modelo para cada um de nós. Seu objetivo é ajudar o leitor a fixar os olhos no Mestre, observando como Ele viveu, estudando Sua atitude e encorajando-o a seguir Seu exemplo.

Quão importante era a oração na vida de Jesus? Como Ele Se relacionava com os escritos inspirados? Como usava Seu tempo e outros talentos recebidos de Deus? Qual era Sua atitude para com o mundo natural, as leis morais e o viver saudável?

As meditações diárias estão agrupadas em torno desses e de outros temas práticos a cada mês, ajudando a tornar claro que a salvação envolve muito mais do que simplesmente dizer: "Eu creio." Segnifica amar a Jesus, obedecer-Lhe e procurar ser semelhante a Ele.

Ellen G. White, autora de grandes sucessos como Caminho a Cristo, O Desejado de Todas as Nações e O Grande Conflito, é uma das escritoras mais traduzidas e lidas do mundo.


 
 
05/04/10 Meditações Diárias 2010 - Esperança para um povo desanimado

Então, profetizei segundo me fora ordenado; enquanto eu profetizava, houve um ruído, um barulho de ossos que batiam contra ossos e se ajuntavam, cada osso ao seu osso. Ezequiel 37:7

Para os israelitas exilados em Babilônia, estava tudo acabado e eles não tinham mais esperança. Jerusalém e o Templo tinham sido destruídos e os nobres deportados. Israel não mais existia como nação.

Sua desesperança e pessimismo quanto ao futuro pode ser medida pela exclamação: “Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados” (Ez 37:11).

Mas Deus não os havia abandonado. E comissionou o profeta Ezequiel, um dos cativos, a infundir-lhes ânimo através de uma visão semelhante a um filme de terror. Ele devia contemplar um vale de ossos secos, que havia sido o cenário de uma batalha, e profetizar, fazendo-os reviver. E o que se segue é uma cena inusitada: os ossos, espalhados por esse vale da morte, começam a se juntar, reconstituindo os esqueletos, e em seguida surgem tendões, músculos e pele sobre eles. Agora os corpos estão reconstituídos, mas ainda sem vida.

A primeira parte da profecia surte efeito. E então vem a segunda, mais importante: Ezequiel deveria profetizar para que a respiração entrasse nesses corpos através do sopro do Espírito de Deus. O profeta obedeceu, e eles reviveram, formando um exército numeroso.

Esta visão não deve ser interpretada de modo literal. Deus não planejava ressuscitar os mortos de Israel, e sim, restaurar a nação como um organismo vivo. Esta era apenas uma amostra do que Deus poderia fazer se fosse necessário. Mas não há dúvida de que esta visão de uma ressurreição simbólica deve ter plantado na mente de muitos daqueles cativos desesperançados a fé, não só na restauração de Israel, mas também na ressurreição literal dos mortos no fim dos tempos. Sem uma ressurreição final, nossa existência neste mundo não teria sentido.

Pela fé, porém, podemos contemplar o dia da volta de Cristo, quando, pela poderosa palavra do Espírito de Deus, os mortos ressuscitarão. Os ossos secos tornarão a viver. Todos nós, que aceitamos pela fé a salvação em Jesus, podemos ter a certeza de que, porque Ele vive, nós também viveremos.




"Fale como Cristo falou. Trabalhem como Cristo trabalhou. Precisamos olhar para Cristo e viver. Ao mantermos em vista Seu amor, ansiaremos por praticar as virtudes e a justiça dEle."

Neste devocional, Ellen G. White apresenta Jesus como o Modelo para cada um de nós. Seu objetivo é ajudar o leitor a fixar os olhos no Mestre, observando como Ele viveu, estudando Sua atitude e encorajando-o a seguir Seu exemplo.

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