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VERSO PARA MEMORIZAR: “Logo, tem Ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem Lhe apraz” (Romanos 9:18).

 

 
 
 
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20/04/10 Meditações Diárias 2010 - Dependência de Deus

Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para Si. Gênesis 5:24

Um marido, cansado de problemas familiares, desabafou para a esposa: “É incrível! Sempre temos um problema familiar pelo qual orar. Parece que isso não acaba nunca!” A esposa ponderou: “E o que você queria? Ser independente de Deus?”

A vida cristã é isto – dependência diária de Deus, tanto na paz como na tempestade.

Nos escritos inspirados encontramos revelações muito francas sobre os defeitos de grandes homens de Deus, como Abraão, Isaque, Jacó, Davi, Moisés e outros. Mas sobre Enoque não encontramos nenhuma referência desabonadora, embora, como ser humano, ele tivesse “intuição de sua própria fraqueza e imperfeição” (Patriarcas e Profetas, p. 85).

Um dos aspectos que se salientam na vida desse gigante da fé, o primeiro a ser trasladado para o Céu sem ver a morte, é o fato de que, em meio a uma geração perversa, “andou Enoque com Deus” (Gn 5:22, 24). E não foi por pouco tempo – ele andou com Deus durante trezentos anos! Estava tão próximo à Cidade Celestial, que um dia Deus lhe abriu as portas e o convidou a entrar.

Como é que Enoque atingiu essa grandeza espiritual? Ellen White responde: “O andar de Enoque com Deus não foi em arrebatamento de sentidos ou visão, mas em todos os deveres da vida diária. Não se tornou um eremita, excluindo-se inteiramente do mundo, pois que tinha uma obra a fazer para Deus no mundo. Na família e em suas relações com os homens, como esposo e como pai, como amigo, cidadão, foi ele um servo do Senhor, constante e inabalável [...] Enoque [...] passava muito tempo na solidão, entregando-se à meditação e oração” (ibid.).

A vida de Enoque é, sem dúvida, um exemplo para os crentes de todas as épocas. Nosso andar com Deus não deve ser alcançado através de experiências místicas ou afastamento da sociedade, “mas em todos os deveres da vida diária”. Em meio à correria desenfreada da vida moderna, precisamos encontrar tempo para ficar a sós com Deus, entregando-nos à meditação e oração e, então, voltar ao convívio social, refletindo a imagem divina obtida nesses momentos de comunhão.

Quem experimenta o novo nascimento, precisa crescer na graça e no conhecimento de Cristo, o que não ocorre da noite para o dia, mas é obra de uma vida inteira. Basta entregar-se diariamente à Fonte dessa transformação.



"Fale como Cristo falou. Trabalhem como Cristo trabalhou. Precisamos olhar para Cristo e viver. Ao mantermos em vista Seu amor, ansiaremos por praticar as virtudes e a justiça dEle."

Neste devocional, Ellen G. White apresenta Jesus como o Modelo para cada um de nós. Seu objetivo é ajudar o leitor a fixar os olhos no Mestre, observando como Ele viveu, estudando Sua atitude e encorajando-o a seguir Seu exemplo.

Quão importante era a oração na vida de Jesus? Como Ele Se relacionava com os escritos inspirados? Como usava Seu tempo e outros talentos recebidos de Deus? Qual era Sua atitude para com o mundo natural, as leis morais e o viver saudável?

As meditações diárias estão agrupadas em torno desses e de outros temas práticos a cada mês, ajudando a tornar claro que a salvação envolve muito mais do que simplesmente dizer: "Eu creio." Segnifica amar a Jesus, obedecer-Lhe e procurar ser semelhante a Ele.

Ellen G. White, autora de grandes sucessos como Caminho a Cristo, O Desejado de Todas as Nações e O Grande Conflito, é uma das escritoras mais traduzidas e lidas do mundo.


 
19/04/10 Meditações Diárias 2010 - Contendas entre irmãos

Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. Romanos 12:18

Um jovem, recém-formado em teologia, foi chamado para trabalhar em um Campo, e para lá dirigiu-se a fim de iniciar o seu pastorado. Chegou à sede do distrito num domingo à tarde. No domingo à noite foi conhecer aquela que seria sua primeira igreja. Apresentou-se ao ancião, dizendo: “Eu sou o novo pastor!” “Ah, pois não! Então o senhor vai pregar hoje à noite.”

O pastor pregou seu primeiro sermão e, ao terminar, foi para a porta a fim de cumprimentar os irmãos. Mas apenas uns poucos saíram. Os demais ficaram lá dentro, divididos em dois ou três grupos.

Estranhando o fato, o pastor perguntou ao ancião: “O que está acontecendo? Por que o povo não sai?”

O ancião aproximou-se mais do pastor, e lhe disse em voz baixa: “O senhor está vendo aquele irmão ali, com um curativo na testa? Pois é, aquele é o chefe dos diáconos, e alguns dias atrás os jovens quiseram usar o salão de jovens da igreja para jogar pingue-pongue, mas ele não deixou. Os jovens, irritados, bateram nele, machucando-o. E agora a igreja está dividida, como o senhor vê. Eles estão aí, esperando que o senhor vá fazer a reconciliação.”

Que começo de ministério, não? Que recepção para um jovem ministro, cheio de ideais!

Nem todo pastor enfrenta o problema da contenda entre irmãos logo na primeira igreja. Mas, certamente, irá encontrá-lo no decorrer de sua carreira.

Recém-conversos, em geral, ficam decepcionados ao descobrir que na igreja de Deus também há controvérsias e discussões acaloradas, que eles julgavam fosse uma característica somente das pessoas mundanas, e que agora, ao pertencerem a uma comunidade cristã, amorosa, não veriam mais esse tipo de coisas.

Há igrejas onde existe permanente discórdia e tensão. Há irmãos que não conseguem viver em paz com os outros. Estão sempre brigando, o que é um mau sinal. Por outro lado, é muito sintomático que igrejas ou grupos passem anos a fio sem terem o menor desentendimento. Será que eles pararam de crescer ou pararam de pensar? Não é possível concordar em tudo, com todos, o tempo todo. Cada um tem suas opiniões sobre o regime alimentar, vestuário, usos e costumes, sobre as pessoas que devem ou não ocupar determinados cargos, e mil outras coisas.

As divergências são um indício de que a igreja pensa, cresce, tem vitalidade. A uniformidade passiva é um sinal de morte, de que ninguém se importa com nada.

Mas os cristãos devem aprender a divergir com amor, respeitando os pontos de vista alheios.



"Fale como Cristo falou. Trabalhem como Cristo trabalhou. Precisamos olhar para Cristo e viver. Ao mantermos em vista Seu amor, ansiaremos por praticar as virtudes e a justiça dEle."

Neste devocional, Ellen G. White apresenta Jesus como o Modelo para cada um de nós. Seu objetivo é ajudar o leitor a fixar os olhos no Mestre, observando como Ele viveu, estudando Sua atitude e encorajando-o a seguir Seu exemplo.

Quão importante era a oração na vida de Jesus? Como Ele Se relacionava com os escritos inspirados? Como usava Seu tempo e outros talentos recebidos de Deus? Qual era Sua atitude para com o mundo natural, as leis morais e o viver saudável?

As meditações diárias estão agrupadas em torno desses e de outros temas práticos a cada mês, ajudando a tornar claro que a salvação envolve muito mais do que simplesmente dizer: "Eu creio." Segnifica amar a Jesus, obedecer-Lhe e procurar ser semelhante a Ele.

Ellen G. White, autora de grandes sucessos como Caminho a Cristo, O Desejado de Todas as Nações e O Grande Conflito, é uma das escritoras mais traduzidas e lidas do mundo.


 
18/04/10 Meditações Diárias 2010 - Estudar causa enfado?

Não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne. Eclesiastes 12:12

O passo mais importante para a popularização do livro e da cultura foi a invenção da imprensa. Até então os livros eram manuscritos, raros e caros. Ter livros e saber ler era privilégio de uma minoria elitista, alfabetizada, em uma sociedade de analfabetos.

Hoje a situação é outra. Não ter livros e não saber ler é uma condição estranha, minoritária, no seio de uma sociedade alfabetizada. A cultura não é mais privilégio de poucos, pois os livros estão aí, às pilhas, nas livrarias e bibliotecas, à disposição de quantos queiram manusear suas páginas e sorver seu conteúdo.

Cada ano são publicados milhões de livros, que são acrescentados a outros milhões já existentes no mundo. Numa existência inteira não conseguiríamos ler sequer seus títulos! Daí a importância de lermos apenas os melhores, e não tudo o que nos cair às mãos.

O sábio Salomão, que foi ávido leitor dos escritos de sua época, declarou: “Não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne.” Talvez Salomão tenha lido todos os livros que lhe caíram às mãos, inclusive a vasta literatura cananeia e a chamada “sabedoria dos egípcios”, que abrangia as áreas de astronomia, medicina, arquitetura, matemática, música, pintura, embalsamamento, e filosofia mística.

É provável que Salomão também tenha lido livros sobre as práticas idólatras desses povos, suas artes mágicas e as especulações filosóficas de escritores pagãos. Como resultado, grande parte do estudo ao qual Salomão se dedicou, em vez de trazer-lhe deleite intelectual, lhe trouxe enfado. Isto é o que acontece quando o que se lê não merece ser lido, ou quando o estudo se torna um fim em si mesmo. O estudo só traz real prazer quando é um meio para se alcançar um fim mais elevado.

Até mesmo o estudo da Bíblia pode se tornar enfadonho se o leitor não tiver como motivação maior o aprender “as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (2Tm 3:15), e procurar saber qual é a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2). Tendo estes objetivos em mente, não nos cansaremos jamais de estudá-la.

Hoje é o “Dia do Livro”, no Brasil. Mas para o cristão, todo dia deve ser o dia do Livro que nos pode tornar sábios para a salvação.



"Fale como Cristo falou. Trabalhem como Cristo trabalhou. Precisamos olhar para Cristo e viver. Ao mantermos em vista Seu amor, ansiaremos por praticar as virtudes e a justiça dEle."

Neste devocional, Ellen G. White apresenta Jesus como o Modelo para cada um de nós. Seu objetivo é ajudar o leitor a fixar os olhos no Mestre, observando como Ele viveu, estudando Sua atitude e encorajando-o a seguir Seu exemplo.

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