Leia hoje
                                                            
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VERSO PARA MEMORIZAR: “Logo, tem Ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem Lhe apraz” (Romanos 9:18).

 

 
 
 
Download da Lição 10 em Powerpoint 
Download da Lição 10 - PDF
Download Lição 10 - Word
 
Comentários:
CPB , Sikberto Marks , Escola no ar , Português Bruce Cameron , Inglês Bruce Cameron , Gilberto G. Theiss , Otoniel Tavares
26/05/10 Meditações Diárias 2010 - Julgando pela aparência

Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça. João 7:24

Malcolm Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido, trajando um velho terno feito à mão, desceram do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade Harvard. Eles não haviam marcado entrevista.

A secretária, num relance, achou que aqueles caipiras do interior nada tinham a fazer em Harvard.

– Queremos falar com o presidente – disse o homem em voz baixa.

– Ele vai estar ocupado o dia todo – respondeu rispidamente a secretária.

– Nós vamos esperar.

A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.

– Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora – disse ela.

O presidente suspirou com irritação, mas concordou. Alguém da sua importância não tinha tempo para atender gente desse tipo, mas ele detestava vestidos desbotados e ternos puídos em seu escritório. Com o rosto fechado, ele foi até o casal.

– Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano – disse a mulher. – Ele amava Harvard e estava feliz aqui. Mas, um ano atrás ele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar do campus.

– Minha senhora – disse rudemente o presidente –, não podemos erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu. Se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.

– Oh, não – respondeu rapidamente a senhora. – Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard.

O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno do marido, e exclamou:

– Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida ideia de quanto custa um edifício? Temos mais de sete milhões e meio de dólares em prédios aqui em Harvard.

A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:

– Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a nossa própria?

O marido concordou. O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso. Viajando para Palo Alto, na Califórnia, eles estabeleceram ali a Universidade Stanford, em homenagem a seu filho, ex-aluno da Harvard.

Não se deve julgar as pessoas pela aparência, e os mais pobres devem ser tratados com bondade.


"Fale como Cristo falou. Trabalhem como Cristo trabalhou. Precisamos olhar para Cristo e viver. Ao mantermos em vista Seu amor, ansiaremos por praticar as virtudes e a justiça dEle."

Neste devocional, Ellen G. White apresenta Jesus como o Modelo para cada um de nós. Seu objetivo é ajudar o leitor a fixar os olhos no Mestre, observando como Ele viveu, estudando Sua atitude e encorajando-o a seguir Seu exemplo.

Quão importante era a oração na vida de Jesus? Como Ele Se relacionava com os escritos inspirados? Como usava Seu tempo e outros talentos recebidos de Deus? Qual era Sua atitude para com o mundo natural, as leis morais e o viver saudável?

As meditações diárias estão agrupadas em torno desses e de outros temas práticos a cada mês, ajudando a tornar claro que a salvação envolve muito mais do que simplesmente dizer: "Eu creio." Segnifica amar a Jesus, obedecer-Lhe e procurar ser semelhante a Ele.

Ellen G. White, autora de grandes sucessos como Caminho a Cristo, O Desejado de Todas as Nações e O Grande Conflito, é uma das escritoras mais traduzidas e lidas do mundo.


 
24/05/10 Meditações Diárias 2010 - Quem se lembrará de nós?

Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, não Me esquecerei de ti. Isaías 49:15

Um dia descobri no livro “O Biênio 1824/25 da Imigração e Colonização Alemã no Rio Grande do Sul”, de Carlos H. Hunsche, que o primeiro antepassado meu a pisar em solo brasileiro, se chamava Cristiano Henrique Scheffel e chegou a São Leopoldo, RS, em 26 de novembro de 1825.

Fiquei contente por saber um pouco mais sobre minhas origens, pois geralmente só conhecemos pais, avós, e quando muito, bisavós. Conhecer tetravós é mais raro, e dali para trás, só nos tempos do Antigo Testamento, quando as pessoas viviam mais do que hoje. Adão instruiu sua posteridade até a nona geração (Patriarcas e Profetas, p. 82).

Das pessoas que viveram neste mundo a maioria desapareceu sem deixar vestígio. A sua memória “jaz no esquecimento”, pois os historiadores só registram os nomes daqueles que fizeram algo notável, para o bem ou para o mal. Muitos assassinos ocupam um lugar na História, embora seja melhor ser esquecido do que lembrado como criminoso. Quem hoje se orgulharia de ser parente de Hitler?

Os personagens bíblicos se preocupavam em deixar um bom nome à sua posteridade. Os construtores da torre de Babel quiseram tornar célebre o seu nome (Gn 11:4). O sábio Salomão disse que “mais vale o bom nome do que as muitas riquezas” (Pv 22:1). O povo de Israel considerava uma tragédia que o nome de uma família ficasse esquecido, e formularam leis especiais, como a lei do levirato, para evitar que isso acontecesse (Dt 25:5-10).

Deus também não quer que nos esqueçamos de nossa origem, e essa é uma das razões por que instruiu Lucas a incluir em seu evangelho a genealogia de Jesus Cristo, que termina com as magníficas palavras: “Cainã, filho de Enos, Enos, filho de Sete, e este, filho de Adão, filho de Deus” (Lc 3:38). Sem dúvida, uma linhagem bem mais honrosa do que seria: “Adão, filho de um antropoide, filho de um chimpanzé, filho de um anfíbio, filho de um molusco, filho de uma ameba.”

Quem se lembrará de nós? Aquele que “chama pelo nome as Suas próprias ovelhas” (Jo 10:3), o mesmo que escreveu nosso nome no Livro da Vida. Só Ele poderá tornar o nosso nome célebre e inesquecível.

Lembremo-nos dEle, e Ele Se lembrará de nós.


"Fale como Cristo falou. Trabalhem como Cristo trabalhou. Precisamos olhar para Cristo e viver. Ao mantermos em vista Seu amor, ansiaremos por praticar as virtudes e a justiça dEle."

Neste devocional, Ellen G. White apresenta Jesus como o Modelo para cada um de nós. Seu objetivo é ajudar o leitor a fixar os olhos no Mestre, observando como Ele viveu, estudando Sua atitude e encorajando-o a seguir Seu exemplo.

Quão importante era a oração na vida de Jesus? Como Ele Se relacionava com os escritos inspirados? Como usava Seu tempo e outros talentos recebidos de Deus? Qual era Sua atitude para com o mundo natural, as leis morais e o viver saudável?

As meditações diárias estão agrupadas em torno desses e de outros temas práticos a cada mês, ajudando a tornar claro que a salvação envolve muito mais do que simplesmente dizer: "Eu creio." Segnifica amar a Jesus, obedecer-Lhe e procurar ser semelhante a Ele.

Ellen G. White, autora de grandes sucessos como Caminho a Cristo, O Desejado de Todas as Nações e O Grande Conflito, é uma das escritoras mais traduzidas e lidas do mundo.


 
18/05/10 Meditações Diárias 2010 - Como tomar decisões

E os lançaram em sortes, vindo a sorte recair sobre Matias, sendo-lhe, então, votado lugar com os onze apóstolos. Atos 1:26

O grande evangelista John Wesley, fundador do Metodismo, estava noivo de uma jovem e não conseguia decidir se deveria ou não se casar com ela. Então orou sobre isso. Em seguida abriu a Bíblia ao acaso e procurou a orientação divina na página aberta. Não se sabe exatamente o que leu, mas o fato é que ele terminou o noivado.

É este um bom método de tomar decisões? A pergunta deriva de nosso texto devocional. Os discípulos precisavam escolher um homem para substituir Judas Iscariotes no apostolado. Eles queriam alguém que tivesse acompanhado todo o ministério de Jesus, do Seu batismo à ascensão.

Havia dois candidatos para a vaga: José Barsabás e Matias. Ambos estavam qualificados para o cargo. Qual dos dois deveria ser escolhido? Primeiro eles oraram: “Tu, Senhor, que conheces o coração de todos, revela-nos qual destes dois tens escolhido” (v. 24). Então lançaram sortes. E Matias se tornou o décimo segundo discípulo.

Deveria a igreja, hoje, escolher os seus oficiais através deste método? O Comentário Bíblico Adventista diz que “aparentemente, após o Pentecostes, a orientação direta do Espírito Santo tornou desnecessário o lançamento de sortes (At 5:3; 11:15-18; 13:2; 16:6-9)” (SDA Bible Commentary, v. 6, p. 131). O caso de Ananias e Safira é um exemplo disso: a culpa deles foi revelada não por meio de sorteio, como no caso de Acã, mas por revelação direta do Espírito Santo.

Ellen White escreveu: “Não tenho fé em lançar sortes [...] Lançar sortes para os oficiais da igreja não está no plano de Deus” (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 328).

Para o crente moderno o uso de sorteios para determinar a vontade divina não é recomendável. Se Deus não nos responder através da oração, precisamos apelar para a razão, que também é um dom divino. “Deus dotou o homem com inteligência, e Ele espera que eles desenvolvam esta faculdade de modo a tomarem decisões por si próprios. Se em cada decisão da vida os homens precisassem de um sinal para saber qual é a vontade de Deus, se tornariam mentalmente incapacitados e deixariam de desenvolver adequadamente sua mente e caráter. Os que constantemente se valem de sorteios enfraquecerão sua vida religiosa” (SDA Bible Commentary, v. 2, p. 210).

Primeiro ore. Daí analise cuidadosamente as opções. E então decida, na certeza de que Deus abençoará sua decisão.


"Fale como Cristo falou. Trabalhem como Cristo trabalhou. Precisamos olhar para Cristo e viver. Ao mantermos em vista Seu amor, ansiaremos por praticar as virtudes e a justiça dEle."

Neste devocional, Ellen G. White apresenta Jesus como o Modelo para cada um de nós. Seu objetivo é ajudar o leitor a fixar os olhos no Mestre, observando como Ele viveu, estudando Sua atitude e encorajando-o a seguir Seu exemplo.

Quão importante era a oração na vida de Jesus? Como Ele Se relacionava com os escritos inspirados? Como usava Seu tempo e outros talentos recebidos de Deus? Qual era Sua atitude para com o mundo natural, as leis morais e o viver saudável?

As meditações diárias estão agrupadas em torno desses e de outros temas práticos a cada mês, ajudando a tornar claro que a salvação envolve muito mais do que simplesmente dizer: "Eu creio." Segnifica amar a Jesus, obedecer-Lhe e procurar ser semelhante a Ele.

Ellen G. White, autora de grandes sucessos como Caminho a Cristo, O Desejado de Todas as Nações e O Grande Conflito, é uma das escritoras mais traduzidas e lidas do mundo.


 
<< Início < Anterior | 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 | Seguinte > Final >>

Resultados 17 - 24 de 379

 

 
Grupos do Google
Participe do grupo Maravilhoso Jesus. Agora você já pode economizar tempo e receber por e-mail os comentários e a lição da Escola Sabatina.Fazendo seu cadastro você passa a receber, semanalmente.
E-mail:
Visitar este grupo
Menu
Canais
7 Online
Escola Sabatina
Oração Intercessória
Família Online
Saúde Online
Multimídia


 



Clique aqui

 
Maravilhoso Jesus