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VERSO PARA MEMORIZAR: “Logo, tem Ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem Lhe apraz” (Romanos 9:18).

 

 
 
 
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Meditações Diárias 2010 - Um homem, duas mulheres Imprimir E-mail
Houve um homem [...] cujo nome era Elcana [...] Tinha ele duas mulheres: uma se chamava Ana, e a outra, Penina. 1 Samuel 1:1, 2


É bem conhecida a afirmação de que “por trás de um homem de sucesso sempre existe uma mulher”. Por outro lado, diz-se também que “por trás de um homem fracassado, geralmente existem duas.” O ex-presidente americano Bill Clinton quase perdeu o cargo por causa de uma amante.
No sexto dia da Criação Deus fez um homem e uma mulher (Gn 2:18), o que indica que a relação ideal é a monogamia. Entretanto, muito cedo na história da humanidade, este ideal foi pervertido, quando o patriarca Lameque tomou para si duas mulheres (Gn 4:19).
Milênios mais tarde, em virtude da “dureza dos corações”, Moisés, por orientação divina, regulamentou a prática da bigamia (ver Dt 21:15) para evitar injustiças com os herdeiros. A bigamia ou poligamia, no Antigo Testamento, nunca foi incentivada. Foi apenas tolerada até que os filhos de Deus fossem educados e alcançassem uma condição mais elevada.
A relação de um homem com duas mulheres é sempre complicada e traz muitos dissabores. Jacó, por exemplo, casou com duas mulheres irmãs. Ele amava Raquel, e serviu ao gananacioso sogro Labão durante sete anos para casar-se com ela. Mas na noite de núpcias foi enganado e recebeu Lia, irmã de Raquel (Gn 29:25). Ele só desposou Raquel ao assumir o compromisso de servir mais sete anos. E então, quando a felicidade finalmente pareceu sorrir-lhe, a vida dele virou um inferno, pois as duas irmãs se tornaram rivais e passaram a ter ciúmes e a competir entre si pelo mesmo homem (Gn 30:8). Lia chegou a alugar Jacó por uma noite, em troca das mandrágoras que deu a Raquel (Gn 30:16).
Experiência semelhante teve Elcana, casado em primeiras núpcias com Ana. Como Ana era estéril, Elcana tomou para si outra mulher, chamada Penina. “Mas este passo, motivado pela falta de fé em Deus, não trouxe felicidade. Filhos e filhas foram acrescentados à casa; mas a alegria e beleza da sagrada instituição de Deus foram mareadas, e interrompera-se a paz da família. Penina, a nova esposa, era ciumenta e dotada de espírito estreito, e conduzia-se com orgulho e insolência” (Patriarcas e Profetas, p. 569).
O ideal de Deus não pode ser contrariado sem produzir infelicidade. Não só o oficial da igreja deve ser marido de uma só mulher (1Tm 3:2), mas todo e qualquer cristão fiel a Deus.

 

 
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