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Bem-aventurados [felizes] os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Mateus 5:9
Jemima olhava assustada, enquanto seu irmãozinho de oito dias era circuncidado. Tratava-se de uma pequena cirurgia que consistia em cortar o prepúcio do órgão genital masculino. Ele chorava nos braços do pai. A menina perguntou à mãe por que precisavam fazer aquilo.
A mamãe explicou que esse era um ritual que Deus estabelecera como aliança entre Ele e Abraão e a sua descendência (Gênesis 17:10) Quem não cumprisse seria excluído do meio do povo de Israel.
Quando Jesus morreu na cruz e os judeus O rejeitaram como Senhor e Salvador, a nobre missão de povo escolhido para levar as boas-novas às pessoas passou a todos os que O aceitassem. Muitos gentios aceitaram. Os judeus cristãos acreditavam que os que se juntavam a eles deviam passar pelo mesmo ritual do irmãozinho de Jemima. Mas os gentios achavam que não deviam seguir os costumes dos judeus e que a salvação não dependia disso, mas de aceitar Jesus como Salvador. Isso criou uma enorme discussão entre eles (Atos 15).
Só porque pensamos diferente não quer dizer que os outros estejam errados. Devemos apelar para o Espírito de Deus para que nos dê sabedoria e discernimento. Então, Ele abrirá nossa mente para o que for correto. Para isso, precisamos de amor e humildade.
Um homem idoso levantou para falar e seu parecer era muito sábio (v. 7-11), e “toda a multidão silenciou” (v. 12). Você sabe quem era esse homem? Era Pedro, o que cortara a orelha do servo do sacerdote (João 18:10), que perguntou a Jesus quantas vezes deveria perdoar seu irmão (Mateus 18:21). Que diferença, não!? Um encrenqueiro e impulsivo se tornara um pacificador.
Cristo faz maravilhas em nós. Se você é briguento (a), Ele poderá torná-lo(a) uma pessoa mansa e humilde. Acredite e deixe-O transformar você.
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