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VERSO PARA MEMORIZAR:  “Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (Efésios 2:10, NVI).

  

   

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CPB , Sikberto Marks , Escola no ar , Português Bruce Cameron , Inglês Bruce Cameron


 
09/02/10 Meditações Diárias 2010 - Tendências hereditárias

Porque Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que Me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que Me amam e guardam os Meus mandamentos. Êxodo 20:5, 6

Jonathan Edwards viveu de 1703 a 1758 e é considerado um dos maiores teólogos americanos e filósofos do século 18. O pai era pastor, a mãe, filha de pastor, e a esposa, uma mulher devota. Uma pesquisa revelou que entre os seus 1394 descendentes conhecidos, havia 13 reitores de universidades, 65 professores universitários, 3 senadores, 30 juízes, 100 advogados, 60 médicos, 75 oficiais do exército e da marinha, 100 pastores e missionários, 60 escritores, um vice-presidente dos Estados Unidos, 80 funcionários públicos, e 295 tinham formação universitária. Em toda grande empresa americana havia um membro dessa família na diretoria. Seus descendentes jamais custaram um centavo ao Estado.

Os pesquisadores também decidiram analisar a descendência de Max Jukes, que viveu na mesma época. Jukes era ateu, casou-se com uma mulher descrente, não se interessava nem pelo estudo nem pelo trabalho e viveu uma vida desregrada. Os seus 1200 descendentes tinham um registro de pobreza, crime, insanidade e imbecilidade.

Desses, 310 morreram na miséria, 440 tiveram um fim trágico por causa de suas maldades, 60 eram ladrões, 130 foram condenados por crimes diversos, mais da metade das mulheres eram prostitutas, e 7 eram assassinos. Só 20 aprenderam uma profissão, sendo que dez a aprenderam na prisão.

Aqui está o contraste marcante entre essas duas descendências, que demonstram a verdade bíblica de que tanto os bons como os maus traços de caráter são transmitidos aos filhos, netos, bisnetos e trinetos através das leis da hereditariedade. Ellen White confirma este fato dizendo: “Más tendências, apetites pervertidos e moral vil, assim como enfermidades físicas e degeneração, são transmitidos como um legado de pai a filho, até a terceira e quarta geração. Esta terrível verdade deveria ter uma força solene para restringir os homens de seguirem uma conduta de pecado” (Patriarcas e Profetas, p. 306).

Entretanto, ninguém precisa se conformar com uma herança maligna, pensando: “Eu nasci torto e vou morrer torto!” Não. Nenhum de nós precisa ser escravo do seu passado. Todos podemos e devemos “vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal” (O Desejado de Todas as Nações, p. 671).

Como? Submetendo-nos ao Espírito Santo, o divino “agente de regeneração”.



RUBEM M. SCHEFFEL


Embora a vida seja curta e os nossos dias se acabem como um breve pensamento, Deus colocou em nós o anseio por uma vida sem fim, plena de felicidade. Salomão disse que Deus "pôs a eternidade no coração do homem".


Através da variedade de assuntos abordados, o autor procura alcançar todos os tipos de leitores: os que sentem alegria, tristeza, amor, ira, saudade, desânimo e depressão, ou enfrentam injustiça, perdas, preocupações e dificuldades financeiras. Você certamente se identificará com muitos desses temas.

Para cada emoção, necessidade ou experiência, você encontrará orientações bíblicas que lhe trarão ânimo, conforto e paz. Sejam quais forem suas lutas, lembre-se: para quem aceitou Jesus como seu Salvador, a eternidade começa aqui e agora.


Rubem M. Scheffel é pastor e trabalhou como editor na Casa Publicadora Brasileira por 32 anos. Atualmente jubilado, reside em Tatuí, SP.

 
08/02/10 Meditações Diárias 2010 - Sem deixar saudades

E se foi sem deixar de si saudades. 2 Crônicas 21:20

Há pessoas de difícil relacionamento, que provocam suspiros de alívio por parte de vizinhos e colegas, ao saírem de circulação. São pessoas infelizes, que espalham infelicidade ao seu redor, e são candidatas a terminar seus dias em solidão, se não mudarem seu estilo de vida antes que seja tarde demais. O mais triste é quando morrem e ninguém lamenta a sua morte.

A Bíblia conta o caso de dois jovens, muito diferentes um do outro. Ambos tinham sangue real e tiveram morte prematura. Um deles, chamado Jeorão, morreu “sem deixar saudades”. Era tão detestado, que ninguém chorou por ele. De Abias, porém, o relato sagrado diz que “todo o Israel o pranteou” (1Rs 14:18). Por que essa diferença?

Jeorão teve um excelente começo na vida, pois teve um bom pai: o rei Josafá, um dos melhores reis de Judá. Mas um bom pai pode ter uma fraqueza. E uma das fraquezas de Josafá era o associar-se com reis ímpios de Israel. Talvez por isto, seu filho Jeorão se casou com a filha de Acabe. E Jeorão fez o que era mau aos olhos do Senhor, porque a filha de Acabe o induziu a isto (ver 2Rs 8:18). Tendo uma sogra como Jezabel, o que mais se poderia esperar! As más companhias corrompem os bons costumes.

Jeorão celebrou sua ascensão ao trono matando todos os seus irmãos (2Cr 21:4). E levou o povo a se inclinar perante ídolos e a participar de atos imorais. Mas no meio de sua carreira de crimes e pecados, Jeorão recebeu uma carta do profeta Elias, dizendo que ele seria castigado com uma enfermidade incurável. Quando chegou a Jerusalém a notícia de que Jeorão estava muito doente, ninguém lamentou. Ninguém orou pedindo sequer um dia a mais de vida para ele. E quando sua morte foi anunciada, ninguém chorou, nem lhe mandou flores como símbolo de pesar. Nem mesmo compareceram ao seu funeral.

Abias, por outro lado, era filho de um dos mais ímpios reis de Israel – Jeroboão. A mãe também não era grande coisa. Ele não teve, portanto um bom começo na vida. Pela lógica, filho de pai ímpio deveria ser ímpio também.

Mas Abias viveu uma vida pura em meio à impiedade de seu lar e da corte. Ele morreu de repente, de morte natural. Tão logo a notícia se espalhou, houve luto geral. A nação inteira o pranteou.

A diferença entre a vida desses dois jovens está no fato de que se achou em Abias “coisa boa para com o Senhor” (1Rs 14:13). E essa coisa boa era algo espiritual. Abias havia permitido a operação do Espírito de Deus em sua vida.



RUBEM M. SCHEFFEL


Embora a vida seja curta e os nossos dias se acabem como um breve pensamento, Deus colocou em nós o anseio por uma vida sem fim, plena de felicidade. Salomão disse que Deus "pôs a eternidade no coração do homem".


Através da variedade de assuntos abordados, o autor procura alcançar todos os tipos de leitores: os que sentem alegria, tristeza, amor, ira, saudade, desânimo e depressão, ou enfrentam injustiça, perdas, preocupações e dificuldades financeiras. Você certamente se identificará com muitos desses temas.

Para cada emoção, necessidade ou experiência, você encontrará orientações bíblicas que lhe trarão ânimo, conforto e paz. Sejam quais forem suas lutas, lembre-se: para quem aceitou Jesus como seu Salvador, a eternidade começa aqui e agora.


Rubem M. Scheffel é pastor e trabalhou como editor na Casa Publicadora Brasileira por 32 anos. Atualmente jubilado, reside em Tatuí, SP.

 
05/02/10 Meditações Diárias 2010 - Arrependimento

Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis. Lucas 13:5

Rudolph Hess, criminoso de guerra nazista, foi condenado à prisão perpétua e passou o restante de seus dias perambulando pelos corredores e jardins da prisão de Spandau, na Alemanha. Em agosto de 1987, após 43 anos de prisão, ele se enforcou.

Uma das coisas que mais chamavam a atenção na vida de Hess é o fato de que ele nunca se arrependeu de seus crimes. Acusado das maiores atrocidades que um ser humano poderia cometer, ele jamais sentiu qualquer remorso. Ao ser julgado em Nuremberg, ele declarou:

“Estou feliz por ter cumprido o meu dever para com o meu povo... como um leal servidor do meu líder. Não me arrependo de nada. Se eu fosse começar de novo, faria tudo da mesma maneira outra vez, mesmo que soubesse que no fim eu seria queimado vivo. Não importa o que os homens possam fazer comigo, um dia comparecerei perante o tribunal divino. Responderei a Ele, e sei que Ele me julgará inocente.”

Hess não sentia necessidade de arrepender-se. O seu orgulho não lhe permitia admitir qualquer culpa por seus crimes bárbaros.

Em contraste com a experiência de Hess, alguns jornais americanos publicaram, em abril de 1989, a experiência de Al Johnson, um homem originário do Estado do Kansas, que aceitou a fé em Jesus.

O aspecto marcante da sua história não foi sua conversão, mas o fato de que, como resultado de sua nova fé em Cristo, ter confessado sua participação no assalto a um banco, quando tinha dezenove anos de idade.

Como o caso já havia prescrito, Johnson não podia mais ser processado por essa transgressão. Entretanto, ele acreditava que seu relacionamento com Cristo requeria uma confissão. E por isso, ele voluntariamente reembolsou a sua parte do dinheiro roubado.

Arrependimento é muito mais do que reconhecer o erro. É mudar de atitude e procurar reparar o mal causado. Zaqueu, ao se converter, tomou a seguinte decisão: “Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais” (Lc 19:8).

Sentir arrependimento pelos pecados é o começo de uma nova vida. Pedir perdão a Deus e mudar de vida são os passos seguintes. Se você está disposto a mudar de direção, abra o coração à influência transformadora do Espírito Santo.



RUBEM M. SCHEFFEL


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